Fuji Safari Park

Fuji Safari Park, em Susono, na província de Shizuoka. Diferentemente de um zoológico tradicional, grande parte da experiência acontece dentro de um veículo, em uma estrada que atravessa áreas onde os animais podem ser observados em espaços amplos. Minhas fotografias foram feitas durante esse percurso e registram rinocerontes-brancos, zebras, lhamas, camelos-bactrianos, ursos, wapitis, gamos e um muflão, com a vegetação das montanhas ao fundo.

Neste guia do Fuji Safari Park no Japão, reúno o que aparece em cada fotografia e informações práticas atuais sobre ingressos, horários, animais, estacionamento, formas de pagamento, atrações e como chegar. Os dados de visitação foram confirmados nas páginas oficiais em 22 de agosto de 2026. Como preços, experiências e horários podem mudar, deixei as referências oficiais no final.

Se você gosta de passeios com animais em Shizuoka, veja também a minha visita ao Zoológico de Hamamatsu, o HamaZOO.

Fuji Safari Park: informações rápidas

  • Nome: Fuji Safari Park
  • Nome em japonês: 富士サファリパーク
  • Endereço: 2255-27 Fujiwara, Suyama, Susono, Shizuoka 410-1231
  • Inauguração: 23 de abril de 1980
  • Altitude: aproximadamente 850 metros
  • Área total: aproximadamente 740 mil metros quadrados, equivalentes a 74 hectares
  • Animais: cerca de 60 espécies e 800 animais, segundo a apresentação oficial atual
  • Safari Zone: percurso de aproximadamente 4,5 quilômetros, dividido em sete zonas
  • Tempo médio da Safari Zone: de 50 a 60 minutos
  • Estacionamento: gratuito
  • Data da minha visita: 3 de maio de 2021

Como funciona o Fuji Safari Park?

O parque fica aos pés do Monte Fuji e é dividido em duas partes principais. A Safari Zone é percorrida de veículo e concentra animais de grande porte. A Fureai Zone é explorada a pé e reúne o Fureai Farm e o Animal Village, com animais menores, experiências de alimentação e algumas atividades pagas.

Com aproximadamente 740 mil metros quadrados, ou 74 hectares, o complexo possui dimensão equivalente a mais de cem campos de futebol. Essa medida ajuda a entender por que o parque combina um longo circuito de veículo com áreas que precisam ser percorridas a pé.

Na Safari Zone, a estrada pavimentada possui duas faixas e sentido único. O visitante pode utilizar carro particular, Jungle Bus, Super Jungle Bus ou Navigation Car. Também existem experiências sazonais a pé na área externa do circuito. O ingresso comum já inclui o percurso em carro particular e a entrada nas áreas caminháveis, mas ônibus, veículos especiais, alimentação de animais, montaria e determinadas instalações têm cobrança separada.

O parque informa que a Safari Zone leva normalmente de 50 a 60 minutos. A Fureai Zone exige aproximadamente de 60 a 90 minutos. Para conhecer as duas áreas sem correr, fazer uma refeição e participar de alguma experiência, é mais seguro reservar pelo menos quatro horas.

Rinoceronte-branco: o maior entre os rinocerontes atuais

Grupo de rinocerontes-brancos descansando na área de herbívoros do Fuji Safari Park, em Shizuoka

A fotografia de abertura mostra um grupo de rinocerontes-brancos descansando e caminhando no setor de herbívoros. Apesar do nome, sua pele não é branca: apresenta tons acinzentados. Uma explicação bastante difundida relaciona o nome inglês “white rhino” a uma interpretação da palavra africâner usada para descrever sua boca larga, embora a origem exata do nome seja discutida.

O nome científico é Ceratotherium simum. A espécie é originária da África e vive principalmente em áreas de savana e campos abertos. A boca larga e quase reta é apropriada para cortar capim rente ao solo. De acordo com a ficha oficial do Fuji Safari Park, é a maior das cinco espécies atuais de rinoceronte: os machos podem chegar a cerca de duas toneladas e as fêmeas a aproximadamente 1,5 tonelada.

Os dois chifres não são formados por osso. Eles são constituídos principalmente de queratina, a mesma proteína presente nas unhas e nos cabelos humanos. O rinoceronte possui visão relativamente limitada, mas compensa com audição e olfato bem desenvolvidos.

Na segunda fotografia, um rinoceronte aparece sozinho e mais perto do veículo. A imagem permite observar o corpo pesado, a boca larga e os dois chifres. O termo “branco” identifica a espécie, não a cor do animal.

Rinoceronte-branco caminhando próximo ao veículo na Safari Zone do Fuji Safari Park

Zebras: cada animal possui um desenho próprio

As zebras da fotografia pertencem à espécie Equus quagga, conhecida como zebra-das-planícies. Sua distribuição natural abrange áreas da África Oriental e Austral, onde vive em campos e savanas. A ficha do parque informa comprimento aproximado de dois a 2,5 metros e peso entre 150 e 350 quilos.

Três zebras caminhando na área de herbívoros do Fuji Safari Park, no Japão

As listras são únicas em cada indivíduo. O parque explica que, embora durante muito tempo se destacasse a hipótese de camuflagem e confusão de predadores, estudos recentes também apontam que o padrão pode ajudar a reduzir a aproximação de moscas que picam. As zebras formam grupos sociais normalmente compostos por um macho e várias fêmeas.

O utilitário com pintura de zebra não é um carro alugado aos visitantes. É um veículo oficial de patrulha. A equipe utiliza esses veículos para observar os animais e manter a segurança do percurso. Se um animal se aproximar demais, se o carro apresentar problema ou se alguém passar mal, a orientação oficial é parar em local seguro, ligar o pisca-alerta e chamar o guarda mais próximo com a buzina. Mesmo nessa situação, ninguém deve abrir as portas, baixar os vidros ou sair do veículo.

Veículo oficial de patrulha com pintura de zebra diante de zebras no Fuji Safari Park

Lhama: animal domesticado dos Andes

A fotografia seguinte mostra uma lhama, cujo nome científico é Lama glama. A espécie foi domesticada na região dos Andes há milhares de anos e está associada especialmente a Peru, Bolívia, Chile e partes do Equador. É parente dos camelos, embora não possua corcovas.

Lhama caminhando ao lado de um pequeno lago na área de herbívoros do Fuji Safari Park

As lhamas vivem bem em regiões montanhosas e de grande altitude. São utilizadas tradicionalmente como animais de carga e também por sua lã. Em geral são sociáveis, mas podem cuspir conteúdo do estômago quando se sentem ameaçadas ou irritadas. Orelhas voltadas para trás podem indicar desconforto, motivo pelo qual qualquer aproximação deve seguir as orientações dos tratadores.

Camelo-bactriano: duas corcovas e adaptação ao frio

O camelo-bactriano, Camelus bactrianus, é reconhecido pelas duas corcovas. A ficha oficial indica origem na região da Mongólia e do noroeste da China. Diferentemente do dromedário, que tem uma corcova e está associado a desertos quentes, o camelo-bactriano suporta grandes variações de temperatura e invernos muito frios.

Camelo-bactriano com duas corcovas diante das montanhas no Fuji Safari Park, em Shizuoka

As corcovas não armazenam água. Elas acumulam gordura que pode ser utilizada como fonte de energia quando o alimento é escasso. Cílios longos, pelos dentro das orelhas e a capacidade de fechar as narinas ajudam a proteger o animal de poeira e areia. A espécie pode medir de 1,8 a três metros de comprimento e pesar entre 450 e 650 quilos.

Na fotografia do grupo, as duas corcovas aparecem em diferentes posições porque podem ficar mais firmes ou inclinadas conforme a quantidade de gordura armazenada. O cenário montanhoso combina com a resistência dessa espécie a ambientes secos e frios.

Grupo de camelos-bactrianos descansando entre rochas com montanhas ao fundo no Fuji Safari Park

O urso fotografado na Bear Zone

A fotografia mostra um urso de pelagem escura caminhando na Bear Zone. O Fuji Safari Park mantém três espécies nesse setor: urso-negro-americano, urso-negro-do-himalaia e urso-pardo. Como a imagem foi feita de lado, através do veículo, e não revela marcas decisivas no peito ou uma placa de identificação, não seria responsável declarar qual das três espécies aparece.

Urso de pelagem escura caminhando na Bear Zone do Fuji Safari Park, no Japão

O animal se parece com um urso-negro-americano, mas essa observação visual não substitui uma identificação oficial. Essa espécie, Ursus americanus, vive nas florestas da América do Norte, é onívora e pode apresentar pelagem preta, marrom, avermelhada e até muito clara. A ficha do parque informa comprimento entre 1,3 e 1,8 metro e peso de 55 a 200 quilos. No artigo, mantenho a legenda genérica para não transformar uma possibilidade em fato.

Wapiti: um dos maiores cervos do mundo

O cervo de grande porte com chifres cobertos por uma camada aveludada é um wapiti, Cervus canadensis. Também é chamado de cervo-canadense ou alce-americano, embora não seja o mesmo animal que o alce verdadeiro, conhecido em inglês como moose.

Wapiti macho com chifres cobertos por veludo na zona de herbívoros de montanha do Fuji Safari Park

O wapiti ocorre principalmente no oeste dos Estados Unidos e do Canadá e também possui populações em partes da Ásia. Vive em florestas e áreas abertas. Segundo o parque, pode medir de 1,5 a 2,5 metros e pesar entre 200 e 400 quilos, sendo um dos maiores representantes da família dos cervos.

Os machos perdem os chifres e desenvolvem novos todos os anos. Durante o crescimento, eles ficam cobertos por uma pele vascularizada chamada veludo, exatamente como aparece na fotografia. Na época reprodutiva, machos exibem os chifres, emitem chamados fortes e podem disputar o acesso às fêmeas.

A fotografia do grupo mostra animais descansando próximos uns dos outros. A tonalidade clara da região traseira e o pescoço mais escuro estão entre as características visíveis da espécie.

Grupo de wapitis descansando sob as árvores na zona de herbívoros de montanha do Fuji Safari Park

Gamo: cervo que também pode ter pelagem branca

Os cervos de pelagem clara são gamos, Dama dama. A espécie é associada às florestas e aos campos da Europa, da região mediterrânea até partes da Ásia Ocidental. Os machos adultos desenvolvem chifres achatados e largos, com formato semelhante a uma mão aberta.

Gamos de pelagem branca descansando entre rochas na zona de herbívoros de montanha do Fuji Safari Park

A cor varia bastante: existem indivíduos castanhos com pintas claras, muito escuros e brancos. Portanto, os animais da fotografia não precisam ser albinos. A ficha oficial informa comprimento entre 1,1 e 1,9 metro e peso de 40 a 100 quilos. Fora do período reprodutivo, machos podem permanecer sozinhos; durante a reprodução, formam grupos mistos com as fêmeas.

Muflão: o carneiro selvagem de chifres curvos

O animal de grandes chifres curvados é um muflão, Ovis musimon. É um carneiro selvagem associado a terrenos rochosos. A apresentação do parque o relaciona à ilha da Córsega, no Mediterrâneo, e explica que ele é considerado um dos ancestrais das ovelhas domésticas.

Muflão macho com grandes chifres curvos próximo à estrada do Fuji Safari Park

Os chifres dos machos crescem em espiral conforme o animal envelhece. O muflão é relativamente pequeno entre os ovinos selvagens: o parque informa peso de aproximadamente 35 a 55 quilos para machos e de 25 a 30 quilos para fêmeas. O indivíduo da fotografia é um macho, conclusão sustentada pelo tamanho e pelo formato dos chifres.

Quais outros animais podem ser vistos?

As minhas fotografias registram somente parte da diversidade do parque. A Safari Zone também pode apresentar leões, tigres-de-amur, guepardos, elefantes-asiáticos, girafas, elandes, sitatungas, antílopes, bisões-americanos e outros herbívoros. A presença e a visibilidade de cada animal dependem do clima, da saúde, do manejo e do horário.

Na Fureai Zone, o visitante pode encontrar cangurus-vermelhos, capivaras, wallabies, pôneis, cavalos em miniatura, pandas-vermelhos, suricatos e outros animais. Algumas interações estão incluídas na entrada da área, mas alimentação, montaria e instalações específicas podem exigir ingresso adicional.

Ingressos do Fuji Safari Park: preços atuais

Categoria Preço comum MySAFARI
Adulto, ensino médio ou mais ¥3.200 ¥2.700
Criança, de 4 anos até o ensino fundamental II ¥2.000 ¥1.700
Criança de até 3 anos Grátis Grátis
Pessoa com 65 anos ou mais ¥2.500 ¥2.500

A tarifa para pessoa com cartão japonês de deficiência é de ¥1.600 para adulto ou idoso e ¥1.000 para criança, aplicada somente ao titular mediante apresentação do documento aceito. Esse desconto não é vendido pelo MySAFARI; o pagamento é feito no acesso, em dinheiro ou cartão de crédito.

Para a tarifa de idoso, é necessário comprovar idade quando o ingresso não tiver sido adquirido previamente pelo MySAFARI. A compra eletrônica exige cadastro gratuito e deve ser concluída antes de chegar ao parque. Os preços foram verificados em 22 de agosto de 2026.

O que está incluído e o que é pago separadamente?

O ingresso inclui a entrada no parque, a visita à Safari Zone com carro particular, o acesso ao Fureai Farm e ao Animal Village. O estacionamento também é gratuito.

Entre as principais experiências cobradas à parte, a tabela oficial consultada apresentava:

  • Jungle Bus: ¥1.500 por pessoa, cobrado a partir de 3 anos;
  • Super Jungle Bus: ¥2.100 por pessoa, cobrado a partir do ensino fundamental;
  • Navigation Car: ¥6.500 por veículo, com opções de cinco ou sete lugares;
  • Walking Safari: ¥600 por pessoa, cobrado a partir de 4 anos;
  • Adventure Tour: ¥2.500 por pessoa, cobrado a partir de 4 anos;
  • Casas de cães, gatos ou coelhos: de ¥600 a ¥700 por pessoa;
  • Experiências simples de alimentação: geralmente a partir de ¥100;
  • Experiências limitadas de alimentação: normalmente ¥300 por pessoa;
  • Passeio de pônei: ¥600 por volta.

As experiências possuem idade mínima, limite de participantes, horários e períodos de funcionamento próprios. Algumas esgotam cedo em fins de semana e feriados. O valor da entrada não substitui o bilhete dessas atividades.

Horários e dias de funcionamento

O horário divulgado corresponde ao período de recebimento de visitantes e muda conforme a estação:

  • De 11 de março a 31 de outubro: das 9h às 16h30;
  • De 1º a 30 de novembro: das 9h às 15h30;
  • De 1º de dezembro a 10 de março: das 10h às 15h30.

Essas faixas podem ser alteradas em feriados, eventos, manutenção, neve, tufões ou outras condições. O parque não deve ser tratado como aberto obrigatoriamente todos os dias: em fevereiro de 2026, por exemplo, houve fechamento programado de cinco dias para manutenção. Consulte o calendário oficial da data escolhida.

Os horários das instalações internas podem terminar antes ou depois do acesso principal. Quando a recepção funciona até 16h30, por exemplo, a Fureai Zone costuma iniciar às 10h, enquanto restaurante, lojas, Walking Safari e experiências possuem horários próprios.

Como pagar

Na entrada, o pagamento pode ser feito em dinheiro ou cartão de crédito. A compra pelo MySAFARI utiliza cartão de crédito. Em instalações principais, como balcão de informações, Navigation Car Station, loja e restaurantes, podem ser aceitos dinheiro, cartão, dinheiro eletrônico e determinados pagamentos por código.

Nem todos os pontos pequenos trabalham com os mesmos meios de pagamento, e não existe caixa eletrônico dentro do parque. Por isso, é prudente levar algum dinheiro e moedas para alimentação dos animais e atividades de baixo valor.

Regras para entrar com carro particular

  • Mantenha portas e janelas completamente fechadas durante todo o circuito.
  • Não saia do veículo em nenhuma circunstância.
  • Use o banheiro antes de iniciar o percurso.
  • Dirija devagar, respeite a faixa e siga as orientações dos guardas.
  • Não alimente os animais a partir do carro particular.
  • Não entre com animais de estimação; eles devem ser deixados no serviço apropriado.
  • O parque não assume responsabilidade por danos causados por animais ao veículo.
  • Carros conversíveis, veículos com teto de lona, caminhões, motocicletas e veículos com distância do solo inferior a 10 centímetros não entram na Safari Zone.
  • Não é permitido entrar com carga sobre o teto ou presa externamente na parte traseira.
  • No inverno, pneus adequados ou correntes podem ser exigidos conforme as condições da estrada.

Durante o período de recepção, normalmente é possível repetir o circuito de carro particular. Em dias muito movimentados, entretanto, o parque pode limitar novas voltas. Depois de sair do parque, não há reentrada.

Como chegar de carro

Para quem chega pelo lado de Tóquio, o parque recomenda rotas pelos acessos Susono ou Komakado Smart da Tomei Expressway. Para quem vem da direção de Nagoya, a recomendação principal é utilizar o Shin-Fuji Interchange da Shin-Tomei Expressway.

  • Susono IC: aproximadamente 10 quilômetros ou 15 minutos;
  • Komakado Smart IC: aproximadamente 12 quilômetros ou 17 minutos;
  • Gotemba IC: aproximadamente 18 quilômetros ou 25 minutos;
  • Shin-Fuji IC: aproximadamente 18 quilômetros ou 30 minutos;
  • Fuji IC: aproximadamente 22 quilômetros ou 35 minutos;
  • Subashiri IC: aproximadamente 25 quilômetros ou 35 minutos.

O endereço para navegação é 静岡県裾野市須山字藤原2255-27. O estacionamento fica dentro do parque, depois da entrada, e não pode ser utilizado para aguardar antes da abertura. Como o local está a cerca de 850 metros de altitude, a temperatura costuma ser inferior à das cidades próximas. No inverno, confira neve, gelo e restrições de pneus antes de sair.

Como chegar de trem e ônibus

O parque publica opções a partir das estações de Gotemba, Mishima e Fuji ou Shin-Fuji. Os horários e a quantidade de ônibus mudam por data e temporada. Para quem viaja sem carro, o planejamento precisa ser feito antes, verificando tanto o ônibus de ida quanto o último retorno.

Quem chega de ônibus de linha ou táxi deve realizar o procedimento de entrada no balcão ao lado da praça de cobrança. Não é permitido simplesmente entrar caminhando pela área dos veículos. Para percorrer a Safari Zone sem carro particular, será necessário utilizar uma das opções de transporte do parque, sujeita a disponibilidade e cobrança.

Estrutura, alimentação e acessibilidade

O complexo possui restaurantes, padaria, lanchonetes, loja de lembranças, banheiros, áreas de descanso e serviços voltados a famílias com crianças. É possível levar comida para consumo nas áreas indicadas da parte caminhável, mas nunca oferecer alimentos pessoais aos animais.

Pessoas com mobilidade reduzida devem considerar que algumas experiências utilizam degraus, terrenos irregulares ou veículos com embarque específico. O melhor caminho é conferir antecipadamente a página oficial de acessibilidade e informar a equipe sobre a necessidade individual.

Perguntas frequentes sobre o Fuji Safari Park

É possível visitar o Fuji Safari Park sem carro?

Sim, é possível chegar por ônibus ou táxi e utilizar um transporte interno, como o Jungle Bus, conforme disponibilidade. Entretanto, não é permitido entrar a pé pela praça de cobrança nem caminhar livremente na Safari Zone.

O estacionamento é pago?

Não. O estacionamento comum está incluído e é gratuito.

Precisa pagar para entrar com o próprio carro?

Não há uma tarifa adicional para o carro particular. O percurso de carro está incluído no ingresso de cada visitante. Ônibus e veículos especiais são cobrados separadamente.

Pode abrir a janela para fotografar?

Não. Janelas e portas devem permanecer fechadas durante todo o circuito. As fotografias precisam ser feitas através do vidro.

É possível alimentar animais usando carro particular?

Não. A alimentação de animais acontece somente em experiências autorizadas, como determinadas viagens de ônibus ou atividades supervisionadas.

O parque abre quando está chovendo?

A chuva comum não significa necessariamente fechamento, mas tufão, neve intensa e outras condições podem atrasar a abertura, antecipar o fechamento ou causar suspensão completa. O calendário e os avisos oficiais devem ser consultados no dia.

Quanto tempo reservar?

Apenas a Safari Zone leva normalmente de 50 a 60 minutos. Somando a área a pé, alimentação, deslocamentos e alguma experiência, reserve pelo menos quatro horas. Em dias movimentados ou com atividades agendadas, o passeio pode ocupar quase o dia inteiro.

Vale a pena conhecer o Fuji Safari Park?

O Fuji Safari Park oferece uma experiência diferente de um zoológico convencional. Observar animais de grande porte a partir do veículo, com montanhas, rochas e árvores compondo o cenário, cria uma percepção mais ampla de distância e escala. As fotografias de rinocerontes, camelos e cervos mostram justamente esse contraste entre os animais e a paisagem de Shizuoka.

Para aproveitar melhor, chegue cedo, compre com antecedência as experiências mais disputadas, verifique o calendário e escolha entre a liberdade do carro particular e a explicação oferecida pelos veículos guiados. Também leve algum dinheiro, mantenha o carro abastecido e respeite rigorosamente as regras da Safari Zone.

Fotografias autorais da criadora do blog Japão de Perto. Visita realizada em 3 de maio de 2021. Informações de preços, horários, acesso, experiências e regras verificadas nas páginas oficiais em 22 de agosto de 2026 e sujeitas a alteração.

Fontes oficiais consultadas

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